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| Fotos enviadas via whatsapp |
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| Esta é a vasilha correta de acordo com a resolução |
Os postos de combustíveis não podem comercializar gasolina em garrafas pet e sacolas plásticas, mas em Itaperuna não esta sendo respeitado. Hoje em um Posto de Itaperuna leitor flagrou o abastecimento em duas garrafas do tipo Pet. As fotos foram enviadas via whatsapp e observamos que o frentista encheu uma garrafa verde e outra transparente
Além do perigo para
o consumidor, há uma Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho que define
os recipientes específicos para a venda. A Associação Brasileira de Normas
Técnicas (ABNT) tem regras para a compra desde 2008 e a Agência Nacional do Petróleo,
Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) possui uma resolução que define as
exigências.
Para a venda do
combustível é necessária a compra de um galão com capacidade mínima de cinco
litros. O material é padronizado e deve ser certificado pelo Instituto Nacional
de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). O produto pode ser adquirido
nos postos ou em lojas especializadas e custa em torno de R$ 10.
Pesquisamos alguns
casos em outras cidades e encontramos uma matéria que o gerente de um dos
postos de combustível da cidade do rio de Janeiro, Marcelo Pacheco, explica
que, para os funcionários que trabalham nos postos o modelo definido é mais
seguro. "Na garrafa pet não há como colocar a bomba, pode acontecer algum
acidente", observa. O galão padrão possui espaço suficiente para a entrada
da bomba de combustível e é resistente o suficiente para o seu armazenamento.
"A garrafa também pode encolher ao colocar a gasolina", afirma.
Segundo o gerente
de outro posto de Bagé, Eberton Saraiva, a limitação causa o descontentamento
dos clientes em alguns casos. "Tem gente que não gosta, mas temos que
cumprir", diz. Ele afirma que a quantidade de pessoas que procuram o posto
com a intenção de comprar combustíveis em garrafas plásticas ainda é alta e
poucos têm conhecimento sobre o assunto.








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